Um pouco da História do Goyaz
Após ter realizado uma série de atividades recreativas (tipo escoteiras) com crianças, durante um evento na Semana da Comunidade, no Centro Comunitário do Bairro Feliz, pelo chefe César, surgiu a idéia de abrir um grupo escoteiro naquele bairro, onde residia, e convidou, ao final, vários garotos de idade entre 11 e 14 anos, para uma reunião no próximo domingo. O que foi aceito. E lá compareceram onze garotos.
Estava fundado o 11° Grupo Escoteiro, "Caio Viana Martins".
Vieram os primeiros assistentes e chefes: Ovídio, Wagner Bezerra, Zita, Maria Clara, e muitos outros.
Um grupo que se fechava no SESC do Setor Universitário, o Brasil Central, sugeriu que se fundissem ao "Caio Viana", trazendo seus poucos jovens e chefes, mas que mudássemos de nome: daí surge o GOYAZ (em homenagem aos índios Goyazes, que habitavam o nosso Estado).
Motivados por seguidos roubos de nossos materiais de sede e campo, tivemos de buscar outra sede, em 1971, transferindo o Grupo para o SESC.
Com o crescimento do efetivo, algumas seções faziam suas reuniões no Colégio Alfredo Nasser, abaixo do SESC (hoje Secretaria Municipal de Educação).
Por causa deste crescimento do efetivo, por iniciativa do chefe Abelardo Caciquinho, migramos para o Instituto de Educação (IEG), em 1988.
Um fato importante foi o grupo ter sido escolhido pela UEB, entre outros 12, para iniciar a experiência de co-educação, ou seja, a implantação do sexo feminino em todos os Ramos (neste caso, com a forte atuação da chefe Iracema, que, na seqüência, fundou a Alcatéia Feminina, Tropa Feminina e Tropa de Guias, hoje todas mistas).
Um registro importante são as pessoas que dedicaram tantos anos de suas vidas a esta causa, através do Grupo Goyaz: Zita, Idalides, Iracema e César (todas mais de 20 anos); Ilvia, Antonina, Marcus, Tainan, Asley, Carlos Robson, Sônia Maria Barros, Marina (mais de 10 anos).